Motorola Devour e Megan Fox, Feitos Um para o Outro

O Motorola Devour não é perfeito, afinal roda o Android 1.6 (Donut), que mesmo com o MotoBlur deixa muito a desejar em relação a versão 2.0 do Motorola Milestone/Droid (isso pra não falarmos no Nexus One). Só que para compensar ele também tem especificações bem honestas como um teclado QWERTY, A-GPS, câmera de 3 megapixels (com integração com o YouTube, Facebook e Picasa), Wi-Fi 802.11b/g, Bluetooth v2.0+EDR e um cartão microSD de 8GB. A tela de 3.1” tem uma resolução de 320 x 480 pixels e 65 mil cores.

Mas vamos ser sinceros: o grande diferencial do Devour é ter a sua imagem associada com a belíssima atriz Megan Fox, que emprestou seus talentos ao comercial exibido no SuperBowl domingo passado, e que você pode assistir depois do jump.

Leia também:
Motorola Devour, Um Celular com MotoBlur e Teclado QWERTY

Via TFTS e Meio Bit.

Clique abaixo para ver o comercial com a Megan Fox e outras imagens.
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Motorola Devour, Um Celular com MotoBlur e Teclado QWERTY

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Depois de alguns anos de indefinição, enquanto procurava o seu espaço no mercado, a Motorola ressurgiu com força total, e o maior responsável por isto é o sistema Android.
O Motorola Devour é o mais novo exemplar deste renascimento, e roda a mesma interface especial MotoBlur do Motorola Dext, criada para quem vive nas redes sociais como Facebook e Twitter.

O Motorola Devour tem uma touchscreen capacitiva de 3.1″, botão de navegação sensível ao toque e um teclado QWERTY completo. Ele tem já vem com o Gmail, GTalk, YouTube, e Google Maps instalados, e você pode instalar muitos outros programas no Android Market. O Devour também tem A-GPS, e é vendido com um cartão microSD de 8GB. Saiba mais na Motorola.

Via Dvice e New Launches.


Sony Ericsson Vivaz, Um Symbian que Grava Vídeos em HD

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O Sony Ericsson Vivaz é um celular que roda o sistema Symbian S60 5a edição e tem ótimas especificações, a começar pela câmera de 8.1 megapixels que grava vídeos em HD (720p) e tem foco automático, estabilização de imagens e reconhecimento de faces. O Vivaz também tem uma tela de 3.2″, saída de vídeo (VGA), A-GPS, conectividade Wi-Fi e rádio FM.

Eu fico só imaginando como ele seria se rodasse o Android, mas tenho certeza de que muitos fãs de Symbian que vão adorar a novidade!

Via Engadget e Phone Arena.

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Motorola Shadow Pode Ser o Nexus Two!

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O Motorola Shadow (ou Mirage) pode ser conhecido como Nexus Two, ou seja, o segundo celular com o aval e a parceria direta com o Google, e um digno sucessor tanto do Nexus One quanto do Motorola Droid/Milestone, com quem ele tem grande semelhança.

Só resta saber se a imagem acima é verdadeira, assim como a notícia de que ele é o Nexus Two. Eu fico feliz de saber que a Motorola continua apostando no Android, mas ainda estou preocupado com o Nexus-6 que fatalmente virá por aí.

Via Android Guys.

Clique abaixo para ver outra imagem do possível Nexus-2.
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Motorola Dext com MotoBlur, Um Android com Vida Social

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Recebemos da Motorola o Motorola Dext com MotoBlur, que pode ser definido como um celular com ênfase no lado social. Se você é como eu, está sempre checando seus e-mails e o que seus amigos andam dizendo no Twitter e outras redes sociais. Buscando acompanhar este ritmo, o Motorola Dext traz o MotoBlur, uma interface para a sua vida social, na qual você cria uma única conta e acessa widgets com o seu Gmail, Twitter, Facebook, Picasa e até o Orkut. Vale a pena avisar que o Dext passa a fazer isto automaticamente, por isto é bom preparar o seu plano de dados, senão a sua conta vai ficar bem alta. Como acompanho muitas pessoas no Twitter e Facebook, não consegui me acostumar com a luz de notificação que ficava acesa quase sempre, então resolvi desligar este recurso. Outro detalhe é que quando você segue muitas pessoas, fica praticamente impossível acompanhar tudo pelos widgets.

Para facilitar e agilizar a digitação de e-mails e atualização do seu perfil nas redes sociais o Motorola Dext (que lá fora se chama Cliq) tem um ótimo teclado QWERTY em um slide-out com direito a iluminação traseira e um botão de navegação direcional bem útil, que supera até mesmo o do seu irmão maior Motorola Milestone (que no exterior é conhecido pelo simpático nome de Droid). O Android é um sistema que cada dia me agrada mais, principalmente pelo acesso completo e irrestrito que oferece aos recursos do Google, que eu uso o tempo inteiro. O Dext roda a versão 1.5 do Android (também conhecida como Cupcake), mas fica aqui a esperança de que ele ganhe uma atualização em breve para rodar a versão 2.0 (Donut) como o Motorola Milestone ou a versão 2.1 (Eclair) do recém lançado Nexus One.

A duração da bateria de lítio polímero (1420 mAh) pode ser um problema para quem usa o celular de forma ininterrupta como eu. A Motorola diz que ele dura até 6 horas de conversação e até 320 horas em standby, mas o problema é que eu estou quase sempre conectado ao Gtalk, Twitter e outros serviços, e por isto a bateria vai indo embora ao longo do dia. É claro que, ao contrário do iPhone, você tem sempre a opção de comprar uma bateria reserva. O Dext tem A-GPS (com Google Maps) que pode ser usado para localizar o celular em caso de perda ou roubo e para mostrar sua localização para seus amigos através do Google Latitude.

Você pode instalar outros programas no Android Market, mas infelizmente o excelente Google Goggles ainda não está disponível nesta versão. Além da conectividade 3G HSDPA, o Motorola Dext tem Bluetooth A2DP 2.1 e Wi-Fi 802.11 b/g. Sua tela touchscreen capacitiva de 3.1” (320 x 480 pixels) tem uma resolução de 320 x 480 pixels, sendo capaz de mostrar até 256 mil cores. O Dext também tem acelerômetro e sensor de proximidade. A câmera de 5 megapixels tem foco automático e faz geo-tagging das suas fotos. Apesar de não ter Flash, o Dext tira boas fotos durante o dia. A memória interna é de apenas 1GB, mas o Dext tem um slot microSD que reconhece cartões de até 32GB (ele já vem com um cartão de 2GB).

O Motorola Dext é um celular muito interessante, que eu recomendo para quem precisa estar sempre atualizado com o mundo das redes sociais. Atualmente eu confesso que tenho usado mais o Motorola Milestone (aguarde review em breve aqui no DD), mas sinto falta de alguns recursos do MotoBlur.

Saiba mais sobre o Dext com Motoblur no site da Motorola.


Nexus One: o Tão Esperado Google Phone Finalmente Está Entre Nós

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O Nexus One (também conhecido como Google Phone) foi finalmente lançado nesta terça nos Estados Unidos, em um evento que também foi dedicado ao sistema Android 2.1. O Nexus One é tudo que se espera de um smartphone 3G de última geração, com um processador Qualcomm Snapdragon de 1GHz e uma tela AMOLED de 3.7” com resolução de 800 x 480 pixels. Ele também conta com A-GPS, bússola digital, acelerômetro, Bluetooth estéreo A2DP, Wi-Fi e scroll wheel com iluminação. O celular pesa 130 gramas e mede 119 x 59,8mm, com uma espessura de apenas 11.5mm.

O controle de voz funciona perfeitamente e é o ponto alto do Android 2.1, ao lado do Street View, que em breve estará disponível nas ruas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Usando o controle de voz você pode ditar um e-mail, dizer o destino onde quer chegar ou até mesmo publicar um tweet sem encostar no teclado, se assim quiser. Eu gostei tanto das novidades que pretendo instalar assim que for possível o Android 2.1 no Motorola Milestone (também conhecido como Droid, aguarde review completo aqui no DD).

Alguém me perguntou no Twitter ou no Formspring se o Nexus One roda Flash, e a resposta é sim. Ele roda a versão beta 10.1 que tem suporte a multi-touch, mas nada é perfeito, e por enquanto o Nexus One não tem suporte a multi-touch nos programas do Google, o que pode ser resolvido em um próximo update. O calcanhar de aquiles do Android continua a ser a inexplicável limitação de 512MB para programas, algo que é bem desagrádavel, mas que também deve ser resolvido em um update.

O Android 2.1 e o Nexus One foram duas excelentes notícias, o grande problema vai ser quando chegarmos no celular Android versão Nexus-6. Quem assistiu ao clássico Blade Runner de Ridley Scott e conhece os replicantes, sabe do que eu estou falando. Mas falando sério, a julgar pelos últimos progressos, o sistema Android tem um futuro promissor pela frente. O sistema criado pelo Google tem tudo para conquistar de vez o mercado. Resta saber o que será que a Apple anda aprontando em seu pomar de iPhones (além da tão esperada iTablet).

Comprar o Nexus One é  bem fácil, mas só para quem está nos Estados Unidos. Se este for o seu caso, basta visitar a loja do Google para comprar o aparelho desbloqueado por US$ 529 Ele também vai ser vendido por US$ 179 em um contrato de 2 anos com operadoras locais.

Leia também aqui no DD:
Vem aí o Google Phone, Também Conhecido como HTC Nexus One
Samsung Galaxy, Minhas Impressões sobre o Celular com Android da TIM
(com meus vídeos de demonstração)
Motorola Droid (Milestone), Como um Pequeno HAL de Bolso

Via Blog do Google e Zumo.

Clique abaixo para ver um vídeo do Nexus One e outras imagens.
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Vem aí o Google Phone, Também Conhecido como HTC Nexus One

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O tão falado Google Phone, ou Nexus One, na verdade é uma versão especial do HTC Nexus One com a marca Google. Ele vai ser lançado em janeiro desbloqueado, ainda não está bem claro se ele será vendido para consumidores finais ou apenas para desenvolvedores. Ele tem quatro botões sensíveis ao toque com iluminação traseira na parte frontal, e um microfone extra que seria usado para eliminar o ruído externo de suas chamadas. Mas os grandes destaques do Google Phone, além da badalada versão 2.1 do Android, são o processador Snapdragon de 1GHz e a tela OLED.

A existência do Google Phone foi confirmada pelo blog do Google e pela foto acima, postada no Twitter de Cory O’Brian. Estou gostando muito dos celulares com Android, e o Google Phone (ou HTC Nexus One) parece ser o melhor de todos eles, e por isto, estou aguardando ansioso pelo lançamento do Google Phone em janeiro!

Via Engadget, Tech Crunch e Meio Bit.


Duas semanas com o Nokia N900

As próximas linhas não são propriamente um review, mas simplesmente os pontos relevantes da minha experiência de 2 semanas com o meu novo Nokia N900.

Comprei sem olhar a unidade que estava exposta na loja, apenas conhecendo-o por vídeos de “hands on” no YouTube. Ao abrir a caixa e tirá-lo do seu “berço”, vi logo que era pesado e grosso demais para um telefone. Ao ligar e começar a usar vi que não podia considerá-lo um telefone, mas um internet tablet ou computador de bolso, algo assim.

O sistema operacional é o Maemo 5, baseado em Linux, bastante rápido, flexível e poderoso. O que tenho ouvido de amigos desenvolvedores é que o potencial é incrível, alguns dizem que é o maior dentre as plataformas existentes. Também já li em alguns lugares que este sistema se tornará o padrão Nokia para os aparelhos da série N.

Mas o momento é de lançamento. Nova plataforma, novo conceito, tudo muito “verde” ainda. A loja de aplicativos Ovi ainda não existe para o modelo e a quantidade de aplicativos disponíveis é mínima, mas nada que os “early adopters”,aqueles com muita atração por novidade, não estejam acostumados.

O corpo do aparelho é sólido, o movimento para expor o teclado é preciso, sem folgas. Este acende conforme a luminosidade externa. As teclas são bem próximas o que dificultou digitação no início, mas agora, após acostumar, dá pra escrever bem rápido.

A tela tem 3,5 polegadas, do tamanho da do iPhone, mas com uma resolução WVGA (800 x 480 pixels), 2,5x mais pontos que na do aparelho da Apple. O touchscreen é resistivo, com sensibilidade excelente, e o corpo do aparelho ainda guarda uma canetinha, mas que não precisei usar ainda nessas duas semanas de uso. A capacidade de armazenamento é enorme, já vem com 32GB e ainda tem espaço para expandir por microSD (+ 16GB). Transferi logo todas as minhas músicas e alguns vídeos por cabo USB e que por sinal também carrega a bateria do aparelho. A interface do media player é simples e funcional, mas faltam recursos. Uma coisa que me surpreendeu e gostei foi o reconhecimento de outras mídias na rede de casa, pois logo que liguei o media player ele já reconheceu meus 2 notebooks de casa e, a partir dali, pude acessar músicas, vídeos e fotos que estavam nos outros computadores da casa.

Os vídeos que coloquei no aparelho são wmv, divx e xvid e todos tocaram muito bem, sem engasgos. Liguei o cabo de saída de vídeo na TV de casa e… perfeito! Outro dia fui a um jantar na casa de um casal de amigos, a TV e o som deles que tinha entrada para iPod não funcionam mais desde o último apagão no Rio de Janeiro, só restou um radinho que não tinha entrada de audio. Lembrei que o N900 tem transmissor de FM, fui nas configurações, liguei o recurso e… perfeito! Meus quase 30GB de músicas tocando na casa. Em algum momento alguém me ligou e o toque começou a sair pelo radinho, mas quando atendi a conversa só saiu no próprio fone, como deve ser. Bastou desligar a chamada que a música voltou de onde tinha parado.

O sistema operacional é um espetáculo, a multitarefa funciona incrivelmente bem. Consigo deixar mais de uma dezena de janelas abertas, todas rodando ao mesmo tempo e vendo sua atualização em tempo real.

Skype, Google Talk e cliente para telefonia SIP já vêm integrado e são acessível diretamente da lista de contatos, ou seja, a partir da lista de contatos eu consigo interagir através de qualquer dessas formas de comunicação. Apesar de ter suporte à voz, podendo falar diretamente com outro Skype ou telefonia via Skype Out, ainda não tem suporte a vídeo conferência por IP.

Acesso a web é uma maravilha! O browser roda igual ao do meu notebook. Acesso meu home banking do HSBC com perfeição. Funciona tão bem que não precisa de cliente para acessar o YouTube, basta fazê-lo pelo próprio browser, que suporta Flash 9.4.

A camera é de 5 megapixels, com lentes Carl Zeiss e flash com duplo led. Filma em WVGA também a 25 quadros por segundo. As fotos e vídeos feitos no aparelho podem contem geotags usando o aGPS do N900, além do que o sistema de tags escolhidos pelo usuário é muito simples e prático. Dali mesmo você pode compartilhar com Facebook, Flickr e o que vier pelo futuro.

Vocês devem estar percebendo, da forma que estou escrevendo parece que o aparelho é perfeito, que não tem nenhum ponto fraco, mas não é verdade. A minha empolgação veio de uma expectativa que foi bem superada pela Nokia no N900 mas não o suficiente para não me incomodar com alguns pontos: 181g é muito pesado e junto com a espessura, não te deixa esquecer que está no bolso; a falta de aplicativos é frustrante, mas isso um pouco de espera resolve; a posição das entradas do headset e do cabo de dados dificultam a digitação e até segurar o aparelho; e para finalizar, o único recurso que roda na orientação de retrato é a tela de ligação, o resto todo só dá para usar no modo paisagem.

Resumo o N900 como um aparelho com hardware magnífico, um baita sistema operacional e com muito trabalho ainda a ser feito dando o toque final no que já existe e incentivando os desenvolvedores a explorar todo o potencial do conjunto.

Leia também:
Nokia N900 com o Sistema Maemo Baseado em Linux