Pegasus, o piano do século XXI
17 setembro, 2007 por Marcelo Araújo

Quando se pensa em piano, todo temos a mesma imagem na cabeça, a aparência de um instrumento desses é padrão, há séculos que tem o mesmo formato, nunca ninguém o modificou.
Com o tanto de inovação que temos, já estava mais do que na hora desse clássico e majestoso instrumento ser adaptado ao mundo hi-tec.
Então, pensando nisso, o designer suíço Luigi Colani criou Pegasus, que conforme sugere o nome, é capaz de atingir os céus se o assunto for inovação.
Esse piano com um design que lembra muito os produtos da grande maçã vem também com teclas ergonômicas e uma tampa com sistema hidráulico, facilitando muito a vida dos pianistas atuais, além de ter um banco integrado!
Fonte: M’Zone
“Fred Banionis é consultor de redes em Ribeirão Preto, SP, e autor do blog chmod007, onde trata sobre a tecnologia em si e a influência da psicologia e política dentro desse campo”.
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7 Comentários para “Pegasus, o piano do século XXI”
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18 setembro, 2007 às 0:33
Feio
18 setembro, 2007 às 10:28
Eu achei lindo.
20 setembro, 2007 às 10:41
Resta saber se o som supera o de um Steinway…
27 setembro, 2007 às 13:57
Achei interessante precisamos acostumar com o desenho.
28 setembro, 2007 às 1:45
Desculpe, mas de que maneira o design deste treco lembra a Apple? Os produtos da maçã são super clean, e isso aí é o rococó do século XXI… (Tá, rococó talvez seja um pequeno exagero… Pode parecer uma lula, também – será que solta nanquim quando você senta no banco?)
3 outubro, 2007 às 20:13
Toco piano e sou a favor do modelo clássico, propriamente dito.
O piano deve ter uma forma discreta, funcional e que remeta à sua origem.
Além do fato de um clássico ter um som possivelmente melhor, ele ainda não cansa os olhos daqueles que o ouvem.
É uma questão psicológica. Algo chamativo como este logo cansará os espectadores e tirará a atenção da música. Isto, teoricamente, não pode acontecer, quanto menos se vindo do próprio instrumento.
27 janeiro, 2009 às 16:35
Valeu a tentativa, Mas particularmente Penso que o piano como nós o conhecemos, é como o tubarão; Já nasceu perfeito, dispensa mutações…Ainda mais se for um STEINWAY.